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Uma Abordagem De F. W. Nietzsche

Resumo: O escopo deste trabalho é o de re-visitar a obra O Anticristo de F. W. Nietzsche, Anátema sobre o cristianismo, tradução de Artur Morão. Lisboa: Edição 70, 2002, em qual busca-se compreender os meandros da análise do Cristianismo como Décadence-Religion. Doravante, pretende-se ao investigar sua crítica ao homem ocidental, buscar subsídios para desenvolver uma análise, mais precisa, de sua linha lógica de reflexão, tendo o judaico-cristão como reflexo da/na “Cultura Ocidental”, como referencial aos valores vigentes, refletir quem é esse homem cristão, como se porta frente as várias relações de força e poder e por fim, buscar a proposta nitzscheana da Transvaloração de todos os valores, com suas implicações e relações intimamente ligadas ao novo homem que superaria o niilismo.

1.0 – Introdução: crítica a cultura ocidental

A partir da leitura da obra O Anticristo de Friedrich W. Nietzsche, vislumbra-se sua crítica às ditas formas superiores da cultura no Ocidente. As críticas são por ele interpretadas como produto da reflexão do tipo histórico-cultural constituído do homem moderno, pode-se com precisão observar tal crítica em seu § 1 da abra O Anticristo: – Não sei sair nem entrar; sou tudo aquilo que não sabe nem sair nem entrar” – lamenta-se o homem moderno… E é dessa modernidade que adoecemos – da paz podre, do compromisso cobarde, de toda a virtuosa sujidade do moderno sim e não. […] Antes viver no gelo do que no meio das virtudes modernas e de outros ventos do sul!… [1] As reflexões de Gérad Lebrun, sobre os escritos de Nietzsche, concluem que a cultura moderna teria sido gerada pela consolidação ao longo do projeto civilizatório, levado a cabo pelo Cristianismo (Christenthum [2]) do fenômeno religioso hegemônico no ocidente e dessa forma, duvida que possa realmente simpatizar com Nietzsche quem não considere o cristianismo como a mais interessante das neuroses que afligiram o espírito ocidental – quem não reconheça que não há crença (religiosa ou metafísica) que não seja mórbida, e que por isso “Dionysos” não podia ser candidato à sucessão do “Crucificado”.[3] A genealogia nietzscheana da cultura ocidental pode ser vista, essencialmente, como uma crítica à moral cristã e à modernidade, “como método de investigação, compete desvendar as condições e circunstâncias de surgimento de nossos supremos valores e ideais [4]”, propondo a avaliação dos valores morais em uma perspectiva fora da moral, além da moral, ‘além do bem e do mal’. Sua análise parte da vida (“como instinto, como força, como vontade”) em que suas condições determinam os juízos morais. Demostrando que a ciência dos modernos (Cientista) tem ao escolher seus objetivos pré-requisitos com bases em valores. Sendo está um das principais criticas do filosofo, ou seja, a concepção doas valores com vontade de verdade empreendida em meio ao cientificismo.O duplo auditório para o qual ela se dirige pode ser compreendido conjuntamente quando considera-se que as referências axiológicas fundamentais da moral cristã constituem também o substrato ético-religioso das mais importantes estimativas de valor do homem moderno, tendo em vista que “a Europa no final do século 19 vive um período de acaso – os ‘espiritos livres’ são homens tardios, legatários dessa herança espiritual acumulada”[5]. É por esse motivo que o desdobramento natural dessa antítese atinge a culminância sobre a forma do empreendimento filosófico que vem à luz com o escrito polêmico: O Anticristo.

2.0 – O Cristianismo como Décance-Religion

Partindo da interpretação nietzscheana acerca do Cristianismo, como a mais “malévola”, “sinistra”, (NIETZSCHE, O Anticristo, §38 p.58), ambígua, plurívoca e desconcertante versão ético-religiosa da vontade de nada (niilismo), compreendê-lo como formação cultural implica, antes de mais nada, considerá-lo como décadence. Para Nietzsche, o Cristianismo é, em sua essência Décance-Religion [6], e a lógica da décadence constitui o Niilismo [7], esta dinâmica interna da vontade do nada, onde temos a perda de nossos valores superiores onde a possível significação de qualquer sentido se esvai em um movimento a-consciente.Aprofundando a questão da Décadence podemos entendê-la como o processo de degeneração, cuja estrutura consta na hierarquia das forças que a constituem. Ainda podemos compreendê-la como o declínio de formações dominantes. Esta destruição, segundo Nietzsche é natural do mundo orgânico, sendo encarada como um processo. Para Giacóia, tal formação decadente é uma Verkahtheit, isto é, uma totalidade posta sob o império de um movimento de inversão violenta de fins e propósitos, cujo ser e operar põem em movimento a destruição de uma determinada estrutura hierárquica de forças em relação […] numa concreção orgânica que degenera, o Niilismo superintende o processo de conservação-destruição, cuja dinâmica é haurida na negação de toda alternativa [8]” Já em relação a graus de complexidade e organização, o processo da décadence das relações entre forças, expressa-se como crise de valores. A décadence anuncia-se pela subversão na ordem dos valores, na negação de sua hierarquia no compate ao tipo superior de homem, à partir da qual Nietzsche estrutura e desdobra seu pensamento opondo-se à cultura decadente expressa na moral cristã.

3.0 – O homem cristão

Passemos agora à descrição própria à filosofia nietzscheana da tipologia do homem cristão. Ao delinearmos o que Nietzsche entende pelo tipo característico do Cristianismo, aproximamos daquilo que o filósofo objetiva ao apresentar tal religião como símbolo maior do Niilismo. O homem do “ressentiment” (Op. Cit. §40 p.61), o cristão aqui em especial, quer transformar em força a própria fraqueza e objetiva transformar a própria fraqueza em virtude, atribuindo mérito à “renúncia”, à “paciência” (Op.Cit.§59 p.97) e à resignação. Segundo Nietzsche, a impossibilidade do tipo cristão de agir neste mundo leva-o a forjar a existência do outro, onde terá posição de destaque, ocupará lugar privilegiado, será figura eminente (“sacerdote”) (Op. Cit. §24 p.40)). Vejamos o que nos diz o próprio Nietzsche: Para poder dizer não a tudo o que na terra representa o movimento ascendente da vida, o são desenvolvimento, o poder, a beleza, a auto-afirmação, importava aqui que o instinto de ressentimento, transformado em gênio, inventasse para si um outro mundo, a partir do qual a afirmação da vida lhe surgisse como o mal, como o reprovável em si. [9]” Podemos, à partir deste apontamento, avaliar que o homem do ressentimento disfarça sua impotência em bondade, em coisas belas. Transforma a baixeza temerosa em humildade, a submissão aos que odeia em obediência, a covardia em paciência, a própria miséria em aprendizado para a beatitude, santifica-se.O homem cristão torna-se contra a vida, hostil a essa, é aquele que diz não a tudo quanto é natural e, finalmente, objetiva o desejo de represália em triunfo da Boa-Nova. O Reino de Deus aparece como produto do ódio e do desejo de vingança dos fracos. Seriam o ódio e desejo de vingança as palavras-chave para compreender o ressentimento. Incapaz de aniquilar o forte, o homem ressentido quer “retaliação”, vingança, mas não fazendo-o, imagina o momento em que sua ira se exercerá impiedosa e implacável, inventa a ocasião em que lhe será, finalmente, permitida a desforra. Por ser da própria impotência que nasce e se alimenta seu desejo de vingança, o ressentimento nem mesmo é sinônimo de reação: justamente por ser impotente para reagir, ao fraco só resta ressentir.

4.0 – A crítica da moral: a origem dos valores e o cientificismo

No mesmo compasso, o filósofo afirma que os valores morais foram instituídos, ou seja, que não existiram desde sempre, mas têm uma origem e uma história. Se não se pôs em causa o valor dos valores “bem” e “mal” (Op. Cit. §24), se nunca se hesitou em atribuir ao homem “bom” um valor superior ao do ruim, é porque se considerou os valores essenciais, imutáveis e eternos. Esse imaginário, cujo conteúdo é esvaziado na negação da alternativa, negação da vida, caracteriza, a décadence fisiológica transposta para o plano dos afetos, sentimentos e representações. Como podemos bem ver em sua colocação: Que é a própria moral? Não pode a moral ser um desejo de renegar a vida, um instinto secreto para o aniquilamento, um princípio de depreciação, de decadence, de difamação um começo do fim [10]. A em sua analise dois tipos de morais a dos “aristocratas”, sendo aquela praticada pelos homens que visam o “instinto”, a “força” e a “vontade de potência”; e a “dos escravos”, do “homem decadente”, “do rebanho”, voltada contra aqueles que a praticam, dos fracos que realizam juízos considerados metafísicos. Esses dois tipos de moral, que se expressam na civilização ocidental segundo o filosofo, provém da moral judaico-cristã e são expressos na ciência como questionadora da “vontade de verdade” (ensinam o determinismo e restringem a liberdade de ação), sendo está uma forma manifesta no niilismo. [11] Podemos no entanto compreender “vontade de verdade”, como reconhece Nietzsche [12], não como “força moral” mas como forma de “vontade de potência”.A ciência impregnada de valores morais e métodos imorais (“metafísica”) ainda que seja manifestação de “vontade de potência” se apresenta de forma pobre e conservadora (não de expansão da vida). Nesse sentido podemos compara-la a moral cristã, atividade niilista que possibilita a dominação da vida pelas forças reativas. [13]A ciência ao assimilar a vontade à crença da obtenção da verdade (“Vontade de verdade”) opõe verdade e aparência abrindo espaço a possibilidade da criação de um “novo mundo”.Como antípoda da moral judaico-cristã, Nietzsche intitulando-se “médico” (Op. Cit. §47) a sanar, procede em adjetivações próprias ao campo das forças naturais: a “saúde”, a “beleza”, “a rectidão”, a “bravura”, a “bondade da alma” (Op. Cit. §62) e a realidade. Sustenta que: […] seus semejantes ideales no son sino formas de una moral que debe ser superada mediante un punto de vista situado más allá del bien y del mal, manifestaciones de una vitalidad descendente, de un ascetismo al cual opone como valor supremo la vitalidad ascendente, la voluntad de viver y, en última instancia, la voluntad de poder. [14] Ao re-visitar seus escritos, temos momentos que fazem referência à décadence e à sua lógica, o Niilismo. Entendemos aqui o Niilismo enquanto “religião, filosofia, moral, [ciência,] produção artística, movimento social, convulsão política, violência revolucionaria [15]”, constituintes de uma lógica comum a todos estes processos, valores da cultura ocidental, tendo como constituição da verdade o nada (nihil). Em certo sentido o niilismo é “uma ameaça, porque é o fim de um desenvolvimento histórico sem saída. [16]”. É nesse sentido que Nietzsche interpreta o Cristianismo como sistema ético-religioso, fundamentado originalmente na metafísica da negação e do nada, fazendo através dela a crítica dos “valeurs de décadence” (Op. Cit. §6). Assim, todo o sentido da existência, tanto realizado pelo Cristianismo como pela ciência, é deslocado para o “Além” (Op. Cit. §23), para o nada, instituindo-se como valor incondicional, toda experiência histórica deste vazio se realiza sob a forma do Niilismo.

5.0. CONCLUSÕES:

Concluindo, e reafirmando a posição do professor Dr. Fernando de Moraes Barros em seu livro A maldição transvalorada, que a pressuposição de que o filosofar “anticristão” se acha prenhe de positividades. Sendo que somente sob o influxo de tais operadores teóricos, poder-se-á analisar de modo mais abrangente, o entendido que a idéia de transvalorização pode assumir dentro dos quadros da filosofia “anticristã”. Pudemos visualizar na filosofia “anticristã” de Nietzsche, que o sacerdote e o asceta são vistos como opressores negadores de si mesmo, decretando como condição antinatural o ‘caminho de Deus’, canalização do ressentido intolerante [17]. Mas, ao mesmo tempo, admite que é uma possível explosão de um ódio que surge da resignação, contendo-o, mas daí nasceria a igualdade antinatural da auto-flagelação [18] e por seqüência, para legitimar tais atos, os valores apregoados.Ao mesmo tempo, em medida, tais valores estão aptos a reconduzir o homem à efetividade, cujo “super – homem” nasceria com a “morte de Deus” e da derrota do velho homem ocidental limitado. Será o caso de indicar, nesse sentido, que não se trata apenas de recuperar o estado de coisas anteriores à inscrição do “social no animal homem”, mas redescobrir o âmbito polimorfo do vir-a-ser como algo novo, isto é, redimido do niilismo a partir do qual se criaram e reproduziram os valores ocidentais (valores morais judaico-cristãos). Pois foi isso que propôs o gênio e a carne com o “vôo da águia” ao ascender no mais alto pico da montanha e gritar com todas as forças, “TRANSVALORIZAÇÃO DE TODOS OS VALORES”! – eis que surgem assim, os limites do humano: o além do homem.

Relação Bibliografia
ABBAGNANO, N. Dicionário de Filosofia. São Pulo: Martins Fontes, 2000.
ALMEIDA, Neto. A Critica à Ciência em Nietzsche e Weber. In.: Caderno de Filosofia e Ciências Humanas. N. 1 . –:Belo Horizonte, outubro de 1993.
DAVID, Coplesion S.J. Nietzsche Filósofo da Cultura. Trad. Eduardo Pinheiro. Nova Série Filosofia da Religião. 9º Volume. Livraria Tavares Martins: Porto, 1953.
GIACÓIA, Jr. O. Labirintos da Alma. Nietzsche: a auto-superação da morte. UNICAMP: Campinas, 1997.
______________. Schweppenhäuser, Gerhard e Chaves, Ernani. Dossiê Nietzsche. In.: Revista Cult, nº 37 editora Daysi Bregantini: São Paulo, agosto de 2000.
______________. Nietzsche e o Cristianismo. In.: Revista Cult. Nº 88 ano VII editora Daysi Bregantini: São Paulo, janeiro de 2005.
LEBRUN, GÉRARD. Passeios ao Leu. Po que ler Nietzsche, hoje? São Paulo: Brasiliense, 1983.
MACHADO, Roberto. Nietzsche e a Verdade. 2º edição Rocco: Rio de Janeiro, 1985.
MARTON, S. Nietzsche das Forças Cósmicas aos Valores Humanas. São Paulo: Brasiliense, 1990.
MORA, Ferrater José. Diccionário de Filosofia. 5º edição Barcelona: Alianza Editorial, 1986.
NIEZSCHE, F.W. O Anticristo. Anátema sobre o Cristianismo. Trad. De Artur Morão. Lisboa: Edição 70, 1997.

Endereços eletrônicos: Sociedade Nietzscheana Internacional – http://www.nietzsche-gesellschaft.de

NOTAS

[1] Nietzsche utiliza o termo Décadence-Religion em francês buscando ampliar os horizontes significativos da palavra. Como podemos ver em toda a sua a obra a utilização de diversas línguas na tentativa de realizar tal exploração, tendo em vista seu vasto e grandioso conhecimento filológic
[2] NIETZSCHE, F.W. O Anticristo. Anátema sobre o cristianismo. Trad. Artur Morão. Lisboa: Edição 70, 2002, p.15.
[3] “Nietzsche estabelece uma oposição entre Christenthum (Cristianismo) e Christlichkeit e Christ-sein (respectivamente Cristianicidade e ser-cristão). O Cristianismo ‘oficial’ consiste na redução do Ser-cristão, da espiritualidade própria à Cristianicidade, a dogmas, fundamento da crença eclesiástica. […] a Cristianicidade não se expressaria em estatutos, organização institucional com cerimônias e rituais; ela consiste antes numa práxis, num fazer e se abster, numa forma de ser. A Christlichkeit é uma condição natural de vida, não uma causalidade psicológica, ativada por crenças de estado mentais. Para Nietzsche, essa práxis – esta é autêntica Boa Nova.” Nietzsche, F. Der Antichrist. Flunch auf das Christenthum. Parágrafo XXXIX. In: Nietzsche, F. Sämtiche Werke. Kritische Studienausgabe [UKS], ed. G. Coli / M. Montianari, Berlin / New York / München: de Gruyter / DTV. 1980, vol. 6. p. 211-212. GIACOIA, O. J. Nietzsche e o Cristianismo. In.: Revista Cult. nº 88 ano VII editora Daysi Bregantini: São Paulo, janeiro de 2005, p. 52.
[4] LEBRUN, GÉRARD. Passeios ao Leu. Po que ler Nietzsche, hoje? São Paulo: Brasiliense, 1983, p.32.
[5] JÚNIOR, Oswaldo Giacoia, Schweppenhäuser, Gerhard e Chaves, Ernani. Dossiê Nietzsche. In.: Revista Cult. nº 37 editora Daysi Bregantini: São Paulo, agosto de 2000, p. 51.
[6] GIACÓIA, Oswaldo Júnior. Nietzsche e o Cristianismo. In.: Revista Cult. Nº 88 ano VII editora Daysi Bregantini: São Paulo, janeiro de 2005.
[7] NIEZSCHE, F.W. O Anticristo. Anátema sobre o cristianismo. Trad. Artur Morão. Lisboa: Edição 70, 2002.
[8] “Niilismo: termo empregado na maioria das vezes com intuito polêmico, para designar doutrinas que se recusam a reconhecer realidades ou valores cuja admissão é considerada importante. […] Em outros casos, é empregada para indicar as atitudes dos que negam determinados valores morais ou políticos. Nietzsche foi o único a não utilizar esse termo com intuito polêmico, empregando-o para qualificar sua oposição radical aos valores morais tradicionais e às tradicionais crenças metafísicas.” In: ABBAGNANO, N. Dicionário de Filosofia. São Pulo: Martins Fontes, 2000, p.712. Já segundo MARTON, “O Niilismo diz respeito à história da verdade do ente assim determinado”. In.: MARTON, S. Nietzsche das Forças Cósmicas aos Valores Humanas. São Paulo: Brasiliense, 1990, p.11.
[9] GIACÓIA, Jr. O. Labirintos da Alma. Nietzsche: a auto-superação da morte. UNICAMP: Campinas, 1997, p.21.
[10] NIEZSCHE, F.W. O Anticristo. Anátema sobre o Cristianismo. Trad. De Artur Morão. Lisboa: Edição 70, 1997. §24, p.39.
[11] NIETZSCHE, F. Nascimento da Tragédia.–,–. Introdução. In. DAVID, Coplesion S.J. Nietzsche Filósofo da Cultura. Trad. Eduardo Pinheiro. Nova Série Filosofia da Religião. 9º Volume. Livraria Tavares Martins: Porto, 1953, p.85.
[12] ALMEIDA, Neto. A Critica à Ciência em Nietzsche e Weber. In.: Caderno de Filosofia e Ciências Humanas. N. 1 . –:Belo Horizonte, outubro de 1993.
[13] NIETZSCHE, F. Fragmentos Póstumos. Apnd. MACHADO, Roberto. Nietzsche e a Verdade. 2º edição Rocco: Rio de Janeiro, 1985, p. 86.
[14] GIACOIA, Jr. O. Labirintos da Alma. Nietzsche: a auto-superação da morte. UNICAMP: Campinas, 1997, p.35.
[15] MORA, Ferrater José. Diccionario de Filosofia. 5º edição Barcelona: Alianza Editorial, 1986, p.2366.
[16] NIEZSCHE, F.W. O Anticristo: anátema sobre o Cristianismo. Artur Morão (trad.). Lisboa: Edições 70, 1997, aforismos 6 e 23.
[17] NIEZSCHE, F.W. O Anticristo: anátema sobre o Cristianismo. Artur Morão (trad.). Lisboa: Edições 70, 1997, aforismos 26, 43 e 56.
[18] SALOMÃO, R. E.. A morte de Deus e idealização do homem segundo a ótica moral de Friedrich Nietzsche. (monografia de aperfeiçoamento / especialização em Filosofia). UNB, 2005. p. 25.

___________
Texto: Rodrigo Mendes Rodrigues
,
Graduado em filosofia (UFSJ), pós graduado em gestão escolar, filosofia contemporanea – Ética (UFSJ) e Filosofia Clínica.  Docente da Fundação de Ensino Superior de Bragança Paulista (FESB) e de escolas da rede particular e pública.

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